Ana Carolina Loura da turma C do 4º ano da Escola Básica Quinta dos Morgados ganhou o concurso literário “Um conto de Natal” com um trabalho ao qual foi atribuído o Prémio Agrupamento de Escolas de Pinhal de Frades.
Foram ainda atribuídos outros prémios: Prémio Escola Básica de Pinhal de Frades a Gonçalo Coelho, 4º ano, turma A; Prémio Escola Básica Quinta dos Morgados a Tiago Costa, 4º Ano, Turma C e o Prémio Escola Básica Fernão Ferro a Inês Carvalho Martins, 4º Ano, Turma 4.3 B.
Esta iniciativa foi promovida pela Biblioteca Escolar e pelos professores do 4º ano do nosso agrupamento.
Para poderes ler os vários textos que participaram no concurso podes ir às escolas do 1º ciclo pois vão lá estar em exposição “até aos reis”.
Parabéns a todos os participantes pelas fantásticas histórias que escreveram!
Era uma vez uma família que, como todas as famílias, estava numa azáfama a preparar a festa de Natal. A mãe fazia as rabanadas, a avó tendia as filhós e o pai...
embrulhava as prendas.
A Filipa e o João, filhos de Leonor (a mãe) e de José (o pai) estavam ansiosos pela manhã de Natal, para abrir as suas lindas prendas. Enquanto isso não acontecia iam enfeitando a árvore de Natal com bolinhas e fitas. No final, a Filipa pôs a estrela lá no cimo da árvore e ligaram as pequeninas luzes.
Estava espetacular! Eles acharam que era a árvore mais bela da aldeia.
De repente, o cão da Filipa e do João, o Tim, viu alguma coisa e ladrou para chamar a atenção. A Filipa e o João abriram a porta mas não viram nada.
Quando olharam para baixo repararam nuns seres estranhos, com cabeças quadradas e orelhas pontiagudas. Tinham às costas sacos com prendas.
Dirigiram-se para camas puxadas por coelhos mágicos, os seus meios de transporte que voavam pelos céus.
O Tim, a Filipa e o João não perderam a oportunidade. Sentaram-se numa das camas e prepararam-se para voar…
As camas eram tão macias e fofas que eles se deixaram dormir. Só acordaram quando chegaram à terra dos pequenos seres.
Estavam numa espécie de bolha, estavam nas nuvens! Aí eram construídas as mais belas e fantásticas prendas. No centro da bolha estava uma lâmpada mágica que captava imagens das casas de todo o mundo para ver as prendas que os meninos mais desejavam.
Passado algum tempo, os irmãos sentaram-se na cama mágica e partiram com destino a sua casa.
Em casa deles a confusão reinava de tal modo que nem tinham notado a sua ausência.
Esse Natal foi para eles o melhor de sempre!
embrulhava as prendas.
A Filipa e o João, filhos de Leonor (a mãe) e de José (o pai) estavam ansiosos pela manhã de Natal, para abrir as suas lindas prendas. Enquanto isso não acontecia iam enfeitando a árvore de Natal com bolinhas e fitas. No final, a Filipa pôs a estrela lá no cimo da árvore e ligaram as pequeninas luzes.
Estava espetacular! Eles acharam que era a árvore mais bela da aldeia.
De repente, o cão da Filipa e do João, o Tim, viu alguma coisa e ladrou para chamar a atenção. A Filipa e o João abriram a porta mas não viram nada.
Quando olharam para baixo repararam nuns seres estranhos, com cabeças quadradas e orelhas pontiagudas. Tinham às costas sacos com prendas.
Dirigiram-se para camas puxadas por coelhos mágicos, os seus meios de transporte que voavam pelos céus.
O Tim, a Filipa e o João não perderam a oportunidade. Sentaram-se numa das camas e prepararam-se para voar…
As camas eram tão macias e fofas que eles se deixaram dormir. Só acordaram quando chegaram à terra dos pequenos seres.
Estavam numa espécie de bolha, estavam nas nuvens! Aí eram construídas as mais belas e fantásticas prendas. No centro da bolha estava uma lâmpada mágica que captava imagens das casas de todo o mundo para ver as prendas que os meninos mais desejavam.
Passado algum tempo, os irmãos sentaram-se na cama mágica e partiram com destino a sua casa.
Em casa deles a confusão reinava de tal modo que nem tinham notado a sua ausência.
Esse Natal foi para eles o melhor de sempre!
